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Dulce Pontes

Ora pois ó gaijo! Em homenaige aos patricios colonizadores que vão a se continuair no segundo lugaire do grupo G estamos a cá hoje para falar sobre o a tradicional música brega portuguesa: o Fado!

Dulce Pontes é a maior expoente do fado. Nascida em 1969 (uma data sugestiva) é uma cantora de fado que canta fado e como todo fadista, faz fado, fado, fado, meu doce fado. Estou sem ter o que falar sobre o fado. Na verdade dá vontade é de choraire pois todo fado é a personifcação (ou musificação) da dor de cotovelo.

Ouça o fado e volte para a frente da TV na terça-feira para maiores emoções.

Amado.com

Com 34 anos de carreira, Amado Rodrigues Batista (Catalão, Goiás, 17 de fevereiro  de 1951) começou sua carreira em seu estado natal, mas seu estilo romântico logo conquistou fãs por todo o país. Ao longo de sua carreira, gravou 28 discos, vendeu mais de 24 milhões de cópias e ganhou 24 discos de ouro, 24 de platina (Há algum leitor numerólogo ai que possa explicar essa fixação pelo número 24?) e um de diamante. Também fez um filme: Amado Batista em Sol Vermelho.

Em julho de 2008, participou do lançamento da Rede Clube Brasil de Rádio.

Amado é um mestre… suas letras são inspiradoras…. De “O lixeiro e a empregada” (eu era lixeiro, você empregada, agente se amava e se encontrava na mesma calçada: http://www.youtube.com/watch?v=4-f_WsC2suM) a “Lista de Compras” (http://www.youtube.com/watch?v=osS8MPIPiwI)

Mas hoje apresentaremos uma obra prima, o melô dos separados “Casamento Forçado“, com seu refrão:

“Este casamento imundo
e sujo
e acabou de vez,
este sentimento inútil
não quero
pra nenhum de vocês.”

Abaixo a letra completa para vosso deleite, acompanhado pela versão do cantor Cristiano Neves (que é um grande candidato a ter sua sessão aqui no brega de leila):

Me unia à alguém que eu não queria
forçado pelas leis e a família
me arrependo tanto, tanto do que fiz
se houvesse outra vida eu queria
pra poder viver denovo consciente
ter a vida um pouco livre, independente
escolher tudo, tudo que eu quiz
ser um homem, ser maduro e ser feliz

(Refrão)
Este casamento imundo
e sujo
e acabou de vez,
este sentimento inútil
não quero
pra nenhum de vocês.

Estou livre, a liberdade chegou
e aquele tempo de tortura terminou
e o sorriso amarelo que eu tinha
ficou bonito e hoje está de outra cor
e lembrando aquela vida desgraçada
é que prefiro ficar mesmo assim sem nada
eu não arrisco outra vida de casado
melhor sozinho do que mal acompanhado

(Refrão)
Este casamento imundo
e sujo
e acabou de vez,
este sentimento inútil
não quero
pra nenhum de vocês. (3x)

Especial Namorados

Dia dos namorados!!! Não existe data mais brega no calendário nacional. Por isso comemore em grande estilo… Pegue sua namorada, entre num taxi e se diriga para a fila do motel mais próximo. Peça ao motorista para colocar no som o CD com a Coletanea:

Mas onde eu consigo esta pélora? Você perguntará. É claro que só aqui no Brega de Leila. Tudo o que você precisa para sua noite de amor está aqui (até a falta de um parceiro(a) pode ser superada com esta coletânea). Conheça abaixo um pouco de cada sucesso e baixe as músicas no link ao final do post.

Top Seventeen Most Appellation Sucess of Most World Ever Since Again Forever Brega de Leila

  1. Borbulhas de amor
    Iniciamos com o grande sucesso do cearense Fagner. “Um peixe para em seu límpido aquário mergulhar”! Sugestivo, não!? “Fazer borbulhas de amor para te encontrar” (ui!). Borbulhas de amor foi música de trabalho do disco Pedras que cantam, de 1991. Sucesso imediato em todo o Brasil.
  2. Quando Gira o Mundo
    Agora é a vez de Fábio Júnior, o expoente do neo-brega. Aquele que não participou da era de ouro do brega mas traz cravado em seu peito as marcas inconfundiveis do brega. “Quando gira o mundo e alguém chega ao fundo de um ser humano”, quase um melô do sexo anal.
  3. Quem ama de verdade
    Ainda não falamos Nele aqui no Brega de Leila por ser um Deus da música brega. Estas páginas ainda não têm estatura moral para proferir seu nome, quase impronunciável de tão divino, mas arriscaremos desta vez. Mas que fique claro que ainda faremos um especial ao grande Deus Fernando Mendes. Não tenho o que dizer sobre esta música. E se você achar que há algo de errado com ela, na verdade VOCÊ é que está errado! Fernando Mendes, José Augusto e Roberto Carlos NUNCA estão errados!
  4. Gatinha manhosa
    Música de Erasmo Carlos e Roberto Carlos, na versão de Leo Jaime. Tanta gente gravou esta música que se eu for fazer a lista aqui nem teremos espaço.
  5. Sem pecado e sem juizo
    “Tudo azul, Adão e eva, E o paraíso”. Baby do Brasil! Só de ter mudado seu nome de Baby consuelo para Baby do Brasil ela já merece um troféu brega.
  6. Agora sou feliz
    Voltamos a falar em nosso mestre Magal. Nesta canção ele tem tudo, sucesso, dinheiro, mas não tem o grande amor. Mais uma vez provando que Magal não é só maracas e cha cha cha.
  7. Mais e mais nos amamos
    Um ícone brega. O goiano Amado Batista é referência e inprescindível presença nas festas bregas. “Quando o amor acontece é gostoso e nós
    não paramos. As carícias comprovam que cada vez mais nos amamos!!!”
  8. Sou rebelde (Soy Rebelde)
    “E sonhar e sorrir. E esquecer o rancor. E cantar e sorrir. E sentir só amor”. De M. Alejandro na interpretação da Banda Vexame. Conheça também a versão de Jeanette: http://www.youtube.com/watch?v=qemBa7LAftk
  9. Quando chegar a noite
    Saimos agora dos grandes amores para passarmospara os amores perdidos. Em grande estilo, é claro. Com Diana.
  10. True
    Até agora vocês estava ouvindo esta sessão de músicas esperando na fila. Agora chegou sua vez. Vocês até que enfim chegaram no quarto do motel. Coloque o CD no som e pule para esta faixa. Abrindo a sessão “To make love songs” temos esse clássico de Spandau Ballet.
  11. Slave to love (Bryan Ferry)
    Vai fundo filhão(ona)! Não liga para a higiene do quarto… deita o cabelo!

    http://letras.terra.com.br/bryan-ferry/14631/traducao.html

  12. More than words (Extreme)
    Sem maiores palavras para este grande sucesso brega internacional. Extreme foi realmente no extremo da “Breg´s love music” (como o gênero é conhecido internacionalmente).  “Eu te amo” não basta! Você tem que mostrar que ama. Acompanhe a letra e tradução: http://letras.terra.com.br/extreme/3417/traducao.html
  13. Carrie (Europe)
    O melô do brocha! O cara brocha, Carrie vai embora e ele diz que agora será diferente e a quer novamente. “Eu queria poder explicar, isto leva tempo com muita paciência. Se isto é um crime, como posso me sentir sem sofrimento.”
  14. Tornero (Il Santo California)
    Se você é fumante ou brocha, ou fumante e brocha, provavelmente estará no cigarrinho neste momento. Lembre-se: motel em dia dos namorados não pode passar de uma rapidinha. Mas se você brochou e cantou a música anterior ou não curta Tornero. http://www.vagalume.com.br/i-santo-california/tornero-%28traducao%29.html
  15. Eu te amo meu amor
    Hora de esquentar as coisas novamente voltando para o brega nacional, desta vez abraçando o sucesso de Frankito Lopes.
  16. Bochecha Inchada
    Não deixe perder o fio humorístico. Ai está o sucesso de Genival Lacerda para você manter as coisas animadas e alegres na volta para casa. “Coitada, coitada, ela está com a bochecha inchada!”
  17. Como você pode abandonar eu
    Esse sucesso da grande revelação do neo-brega: Pedra letícia. Essa banda goiana começa sua breguice pelo nome (tradução de Letícia Stones).  Uma banda que diz “eu não toco raul, a banda preza pelo estilo sidney magal” merece um lugar especial em nossos ouvidos. “Agora que eu quero ver, eu nunca fiz a sua xana doer e o apelido dele é tripé”.

Agora você está pronto!

Baixe aqui a coletânea, grave num CD e vai ser feliz!

Pepino di Capri

Infine Venerdì!!!!!!
(Se hoje não é sexta-feira que Deus tenha piedade de sua alma).

E vamos começar esta sexta-feira comemorando o mês dos namorados, com grandes sucessos To make love songs. O país da bota é o sub-berço mundial do brega (só perde para Belém do Pará onde Ele* nasceu).

É difícil encontrar uma música italiana que não seja brega.Poderíamos até discutir aqui se a grande criatividade e profusão brega brasileira não é influência direta da colonização italiana. Os italianos nem precisam tomar banho pois têm o brega nas veias. E, talvez, o maior expoente (que conseguiu atravessar o Atlântico e chegar aqui) dessa infinita fonte brega é Pepino di Capri. Segue abaixo um histórico, letra traduzida e um video com tradução das letras com uma edição de imagens que me deixa orgulhoso de saber que os brasileiros são tão bregas!!!

Champagne per tutti:

Pepino di Capri nasceu Giuseppe Fajella, no dia 27 de julho de 1939, em Nápoles, Itália. Cantor romântico de sucesso nas décadas de 1960 e 1970.

Iniciou sua carreira no começo dos anos 60, sendo o primeiro artista nacional a fazer sucesso com um twist na Itália (Saint Tropez Twist, de 1962). Venceu os festivais de San Remo em 1973 e 1976. Venceu também o Festival de Napoli em 1970.

O cantor também desfruta de sucesso internacional, inclusive no Brasil com as canções Roberta (1964) e Champagne (1973). Este cantor interpretou o tema “Comme è Ddoce o Mare” no Festival Eurovisão da canção em 1991, cantando em napolitano, onde alcançou o sétimo lugar.

Champagne

Champagne per brindare a un incontrocon te che già eri di un altro

ricordi c´era stato un invito

stasera si va tutti a casa mia.

Così cominciava la festa

e già ti girava la testa

per me non contavano gli altri

seguivo con lo sguardo solo te.

Se vuoi ti accompagno se vuoi

la scusa più banale per rimanere soli io e te

e poi gettare via i perché amarti come sei

la prima volta l´ultima.

Champagne per un dolce segreto

per noi un amore proibito

ormai resta solo un bicchiere

ed un ricordo da gettare via.

Lo so mi guardate lo so mi sembra una pazzia

brindare solo senza compagnia

ma io, io devo festeggiare

la fine di un amore

cameriere champagne!

Champanhe para brindar a um encontrocom você que já era de um outro.

Lembra….teve um convite:

“Esta noite vamos todos na minha casa”.

Assim começava a festa

e já girava sua cabeça.

Para mim não contavam os outros,

eu seguia com o olhar somente você.

“Se quiser, acompanho você, se quiser”.

A desculpa mais banal para ficar sozinhos eu e você.

E depois jogar fora os porques, amar você como é,

a primeira vez, a última.

Champanhe para um doce segredo,

para nós um amor proibido.

Agora sobra somente um copo

e uma lembrança a ser jogada fora.

Eu sei, vocês olham para mim, eu sei,

me parece uma loucura

brindar sozinho sem companhia,

mas eu, eu devo festejar

o fim de um amor.

Camareiro: Champanhe!

* Aguardem o post sobre os grandes mestres paraenses…

Sidney Magal

Sidney Magalhães, mais conhecido como Mestre Magal é carioca, nascido em 19/06/53. Ao contrário do que todos pensam não é cigano. Dizem até que ele toma banho de vez em quando. Iniciou carreira cantando em boates até que explodiu na mídia nos anos 70 con seu sucesso “Se te agarro com outro de mato”, lembram? Essa é aquela música que tem uma versão divertida assim:

“Se te agarro com outro no mato,
te ranco as duas bolas e depois o saco”


Magal é alegria, é o sangue latino que corre em nossas veias. A mesma energia que nos faz acordar toda sexta-feira feliz porque HOJE É DIA DE BREGA!

Mas para quem acha que Magal é só musicas latinas, trago um exemplar extraido de seu disco de 1976 “Sidney Magal”. A música é “TE AMO TE AMO (Te Quiero Te Quiero)”. Ouçam com atenção! Prestem atenção a todo o lirismo e poesia. Deixe o Magal entrar em você (ui!) e boa sexta-feira, bom fim de semana e que venha o feriado da próxima semana!

BAIXE A MÚSICA DO DIA:
http://rapidshare.com/files/392504233/02_TE_AMO_TE_AMO__Te_Quiero_Te_Quier.mp3.html

ou então http://www.easy-share.com/1910412989/02 TE AMO TE AMO (Te Quiero Te Quier.mp3

Para baixar o disco completo (de 1976): http://www.4shared.com/file/68038168/7f2dd229/SIDNEY_MAGAL_1_LP_1976.html

Nelson Motta apresenta uma reportagem sobre o brega com os grandes mestres Waldick Soriano, Odair José e José Augusto.

Os ídolos da música brega brasileira sempre viveram perto do coração do público e longe, muito longe, do gosto dos críticos. Mas ninguém pode subestimar a importância deles para a MPB.

Cafona, brega, bagaceira, Paraíba, o preconceito sempre tem rótulos para os artistas que fazem sucesso mas contrariam os padrões que definem a música de qualidade durante uma época.

“Eu Não Sou Cachorro Não” é o titulo de um clássico de Waldick Soriano e também do livro do pesquisador Paulo César Araujo, que mostra a importância, inclusive política, dos artistas populares que eram chamados de cafonas durante a ditadura, e os resgata para a história da MPB.

Em 1972, Odair José afrontava a política de controle da natalidade da ditadura. Nos anos 70, os artistas que mais vendiam discos e faziam shows não eram os universitários Chico Buarque, Caetano Veloso ou Gilberto Gil, mas Odair José, Nelson Ned, Agnaldo Timóteo, Waldick Soriano e outros ídolos populares que a história escondeu mas que contribuíram tanto quanto a elite da música brasileira para construir a trilha sonora de nosso tempo.

Enquanto à esquerda e a direita evitavam o tema da sexualidade, o popularíssimo Agnaldo Timóteo, lançava o histórico Galeria do Amor, com temática de amor homossexual, o primeiro da música brasileira, desafiando o preconceito e a censura em plena ditadura. Ou quando Odair José declarou sua paixão por uma garota de programa no clássico “Eu vou Tirar Você Desse Lugar”.

“Deixe Essa Vergonha de Lado” foi outro sucesso e outro escândalo de Odair, declarando seu amor a uma empregada doméstica. Virou um hino. Quando Fernando Mendes estourou com Cadeira de Rodas, uma canção de amor para uma paraplégica, ninguém falava em direitos dos deficientes físicos nem em politicamente correto, o tema foi considerado de mau gosto e execrado.

“Eu não sou cachorro não”, o livro, está colocando ordem e fazendo justiça na música brasileira. Ele resgata, explica e documenta a importância desses artistas populares, que eram execrados pela critica, mas adorados pelo povão. Porque faziam músicas que falavam da vida real e dos sentimentos da maioria dos brasileiros de uma forma que todos entendiam.

Fonte: http://colunas.jg.globo.com/nelsonmotta/2010/04/24/a-musica-brega-tambem-foi-importante-para-a-mpb/

Banda Vexame

“Como assim? Segundo post e você não falou ainda dos grandes mestres do brega?”

Não se preocupe amigo brega, eles virão… ainda falaremos aqui dos mestres Roberto, Fernando e José…. Este blog é igual almoço: agente guarda o bife para o final….

Por enquanto apresentaremos a Banda Vexame. Criada em 1989 e cultuada nos anos 90 por suas performances a banda tem o mesmo repertório desde o início. Com Marisa Orth no palco como a apresentadora Maralu Menezes, a banda canta clássicos de Odair José, José Auguso e outros mestres, como por exemplo Pimpinela, que será nossa apresentação de hoje. Veja o clássico de Pimpinela (talvez único) “Siga seu rumo” abaixo:

E vejam só quem participava também na Banda Vexame: André Abujamra.

Cultuada nos anos 90 pelas performances exageradas e piadas durante o show, a Banda Vexame é praticamente um teatro musical. Em cima do palco, Marisa Orth vira a apresentadora Maralu Menezes e seus convidados Carlos Pazzeto, Marcelo Papini e Fernando Salém adquirem as personalidades dos personagens Malcon Ewerson, Cido Campos e João Alberto, respectivamente.

O repertório da banda é composto por resgates de clássicos da música nacional e internacional como: Uma vida só (pare de tomar a pílula), cantada nos anos 70 por Odair José ou Chuvas de verão, de José Augusto. A Vexame criou um rótulo para o repertório que apresenta: MBPBB (Música Bem Popular Bem Brasileira), que inclui ainda canções de Lílian, Pimpinela, Sharon, Fernando Mendes e até Roberto Carlos.

Após nove anos de existência, a Banda Vexame se desfez. Todos os integrantes concordaram com o fim da carreira musical da banda por diversos motivos. A vocalista Marisa Orth alegava que a banda já não causava mais o impacto que tinha no começo.

Em 2006, a Banda Vexame se reuniu novamente para apresentar o show Fim de Carreira. As músicas continuam as mesmas que a banda canta desde o primeiro show em 1989. A encenação e o improviso também fazem parte do espetáculo. Foram quatro shows no Sesc Pompéia, o mesmo palco em que costumavam acontecer as temporadas de shows que consagraram a Vexame. Foi no Sesc que a banda gravou o clipe de Siga seu rumo, e o cd ao vivo Vexame.

Fonte: http://mercadodepulgas.blogspot.com/2006/06/vexame-1992.html

Para conhecer melhor a banda vexame, faça download de seu disco no link abaixo

http://rapidshare.com/files/334711172/BV-BV-1992.rar

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